Curiosidades - Informações
Um "Raffles" entre os chimpanzés
SANTUÁRIO DE SOROCABA
Mais de cinquenta anos atrás existiu um seriado radial, produzido se não me engano na Inglaterra e traduzido para muitos idiomas, chamado RAFFLES: O LADRÃO DAS MÃOS DE SEDA. O personagem era um ladrão bem diferente: ele roubava e ninguém percebia, já que afanava carteiras e valores com uma delicadeza singular.
Em Sorocaba agora descobrimos o nosso “Raffles”, e é um chimpanzé de nome Cláudio, que praticamente foi criado por nós no Santuário. Dias atrás, após várias horas de intensa atividade, deitei numa rede dentro do recinto onde ficam Guga, Emílio e Cláudio na parte da manhã. O meu celular estava no bolso da frente de minha calça jeans, bem guardado. Terminei cochilando e Cláudio estava por perto, olhando alguns gibis que eu tinha levado. Minutos depois acordei e voltei às minhas atividades normais. Só mais tarde percebi que o meu celular tinha desaparecido. Procurei por todo lugar sem encontrá-lo. No dia seguinte pedi aos tratadores que procurassem, especialmente no túnel de Guga e Cláudio. E lá estava o meu celular já fragmentado.
Entrei de novo no recinto no dia seguinte e levei um rádio Nextel no mesmo bolso do celular. Cláudio ficou brincando perto de mim e do alto viu que tinha outro aparelho no bolso. Seus olhos brilharam de malícia. Nesse momento soube que ele tinha roubado o meu celular, com uma habilidade e delicadeza de dar inveja ao carteirista mais competente.
Dr. Pedro A Ynterian
Presidente, Projeto GAP Internacional
Mais de cinquenta anos atrás existiu um seriado radial, produzido se não me engano na Inglaterra e traduzido para muitos idiomas, chamado RAFFLES: O LADRÃO DAS MÃOS DE SEDA. O personagem era um ladrão bem diferente: ele roubava e ninguém percebia, já que afanava carteiras e valores com uma delicadeza singular.
Em Sorocaba agora descobrimos o nosso “Raffles”, e é um chimpanzé de nome Cláudio, que praticamente foi criado por nós no Santuário. Dias atrás, após várias horas de intensa atividade, deitei numa rede dentro do recinto onde ficam Guga, Emílio e Cláudio na parte da manhã. O meu celular estava no bolso da frente de minha calça jeans, bem guardado. Terminei cochilando e Cláudio estava por perto, olhando alguns gibis que eu tinha levado. Minutos depois acordei e voltei às minhas atividades normais. Só mais tarde percebi que o meu celular tinha desaparecido. Procurei por todo lugar sem encontrá-lo. No dia seguinte pedi aos tratadores que procurassem, especialmente no túnel de Guga e Cláudio. E lá estava o meu celular já fragmentado.
Entrei de novo no recinto no dia seguinte e levei um rádio Nextel no mesmo bolso do celular. Cláudio ficou brincando perto de mim e do alto viu que tinha outro aparelho no bolso. Seus olhos brilharam de malícia. Nesse momento soube que ele tinha roubado o meu celular, com uma habilidade e delicadeza de dar inveja ao carteirista mais competente.
Dr. Pedro A Ynterian
Presidente, Projeto GAP Internacional





