Curiosidades - Informações
A Páscoa no Santuário do Paraná
SANTUÁRIO DO PARANÁ
Na sexta e no sábado da Páscoa passada, estivemos com a família, no Santuário do Paraná mantido pelo Instituto Anami, de Milan e Anita Starostik. Saímos e voltamos pelo Aeroporto de Sorocaba, em avião particular cedido pelo Instituto.
Saímos do Santuário de Sorocaba, todos em um carro - algo não usual - que deixou Guga especialmente intrigado. Ele nunca tinha visto toda a família desaparecer juntos em um carro, ficando ele sozinho. Permaneceu aguardando a nossa volta e choramingando várias horas até que voltou ao seu recinto. Na volta, 24 horas depois, foi uma recepção barulhenta e de alegria.
No Paraná, após quase um ano sem visitá-lo, o Santuário já está com aspecto final, tudo está construído, incluindo as estradas internas, o parque aquático já funcionando e os grupos de chimpanzés estabilizados, depois de algumas mudanças de componentes. Carol agora está com Mizrachi, recém-chegado de Israel, com um possível namoro, porém não fácil, já que Carol está se fazendo de difícil. Neste recinto, onde as possibilidades de fuga de Carol são bem mais reduzidas, apesar de sua criatividade e habilidade, já tentou fazê-lo quebrando uma árvore para subir pela cerca ou pelo muro, mas os tratadores detectaram o plano antes de ser levado a cabo.
Noelzinho, o bebê do Santuário, assim como sua mãe e tia, se deram bem com Yuri (o último chimpanzé de circo a ser resgatado, que tem uma série de problemas físicos, por ter vivido engaiolado) e agora está integrado no grupo que é sua nova família. Anita entra com o grupo para levar-lhes alguns agrados, como continua fazendo - com o grupo dos pequenos – Dinho, Lucas, Mateus, Johnny e Caíque, que já não são tão pequenos, porém, este último é o chimpanzé mais educado que eu conheço. Anita classifica os membros desse grupo da seguinte maneira:
Dinho, o mais engraçado;
Lucas é o príncipe de Anita;
Mateus, o tímido;
Johnny é o primeiro chimpanzé do Anami;
Caíque, o mais educado;
Noel, o mais bonito.
O Milan cuida do grupo que ele chama de “Os Paulistas”, que são os chimpanzés originários do extinto Circo Garcia, acrescentando Vitória, que veio de um zoológico de Fortaleza e apesar de ser adolescente, é enorme. Neste grupo Pedrinho nunca sai ao exterior, no máximo fica no túnel, Charles é o primeiro a sair e o último a retornar. Todas estas atitudes são frutos dos traumas gerados no Circo, onde praticamente nasceram todos eles e viviam em condições terríveis.
Nas fotos a seguir, selecionamos alguns dos momentos de nossa visita com este grupo de 20 chimpanzés, que passaram a viver da miséria ao paraíso.
Dr. Pedro A. Ynterian
Presidente, Projeto GAP Internacional
Na sexta e no sábado da Páscoa passada, estivemos com a família, no Santuário do Paraná mantido pelo Instituto Anami, de Milan e Anita Starostik. Saímos e voltamos pelo Aeroporto de Sorocaba, em avião particular cedido pelo Instituto.
Saímos do Santuário de Sorocaba, todos em um carro - algo não usual - que deixou Guga especialmente intrigado. Ele nunca tinha visto toda a família desaparecer juntos em um carro, ficando ele sozinho. Permaneceu aguardando a nossa volta e choramingando várias horas até que voltou ao seu recinto. Na volta, 24 horas depois, foi uma recepção barulhenta e de alegria.
No Paraná, após quase um ano sem visitá-lo, o Santuário já está com aspecto final, tudo está construído, incluindo as estradas internas, o parque aquático já funcionando e os grupos de chimpanzés estabilizados, depois de algumas mudanças de componentes. Carol agora está com Mizrachi, recém-chegado de Israel, com um possível namoro, porém não fácil, já que Carol está se fazendo de difícil. Neste recinto, onde as possibilidades de fuga de Carol são bem mais reduzidas, apesar de sua criatividade e habilidade, já tentou fazê-lo quebrando uma árvore para subir pela cerca ou pelo muro, mas os tratadores detectaram o plano antes de ser levado a cabo.
Noelzinho, o bebê do Santuário, assim como sua mãe e tia, se deram bem com Yuri (o último chimpanzé de circo a ser resgatado, que tem uma série de problemas físicos, por ter vivido engaiolado) e agora está integrado no grupo que é sua nova família. Anita entra com o grupo para levar-lhes alguns agrados, como continua fazendo - com o grupo dos pequenos – Dinho, Lucas, Mateus, Johnny e Caíque, que já não são tão pequenos, porém, este último é o chimpanzé mais educado que eu conheço. Anita classifica os membros desse grupo da seguinte maneira:
Dinho, o mais engraçado;
Lucas é o príncipe de Anita;
Mateus, o tímido;
Johnny é o primeiro chimpanzé do Anami;
Caíque, o mais educado;
Noel, o mais bonito.
O Milan cuida do grupo que ele chama de “Os Paulistas”, que são os chimpanzés originários do extinto Circo Garcia, acrescentando Vitória, que veio de um zoológico de Fortaleza e apesar de ser adolescente, é enorme. Neste grupo Pedrinho nunca sai ao exterior, no máximo fica no túnel, Charles é o primeiro a sair e o último a retornar. Todas estas atitudes são frutos dos traumas gerados no Circo, onde praticamente nasceram todos eles e viviam em condições terríveis.
Nas fotos a seguir, selecionamos alguns dos momentos de nossa visita com este grupo de 20 chimpanzés, que passaram a viver da miséria ao paraíso.
Dr. Pedro A. Ynterian
Presidente, Projeto GAP Internacional




















